quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Pra Não Dizer Que Eu Só Falo De Amor

Bom, vamos ao meu primeiro post nesse digníssimo blog enquanto eu ouço os roncos do meu primo aqui do lado e do meu tio no outro quarto. Vou começar justificando a ausência do blog devido as corridas férias e a casa lotada. Arranjei um tempinho agora! O reloginho do pc marca 00:40h.
Além da falta de tempo outro mal me afligia: a falta de assunto. Melhor: assunto eu tinha, só não estava disposto a falar sobre ele. Se esse blog foi criado com o intuito de se tornar uma espécie de diário aberto pros seus autores e leitores que devem contar suas experiências e expressar seus sentimentos então eu devo pedir desculpas, fracassei. Escrever sobre como o meu coração estava vazio e agora um tanto apertado era algo que eu não era capaz de fazer.
Pensando melhor eu não deveria ter pedido desculpas pela falta de assunto. Me recusar a falar sobre algo que inspira 95% das poesias, músicas e romances deve ser algum feito (dados arredondado, em caso de uso prestigie a fonte)! Que culpa tenho eu se os outros sentimentos foram colocados em patamares tão medíocres perto deste?! Escrever algo sobre esperança por exemplo é algo que me dá tanto sono que só de pensar não sei se consigo terminar o parágrafo.
Talvez eu escreva sobre rancor. Rancor é bom, tem um certo orgulho nele. Pobre rancor, é tratado como doença. É quase um atestado de virtude se adiantar e dizer: "EU NÃO GUARDO RANCOR!". Pois eu o adoto, defendo e admito: tenho uma mala cheia de rancor, sou contrabandista de rancor e continuo comprando rancor principalmente do ingrato do amor que só me devolve dor!

3 comentários:

  1. huuhhu, mt bom... mas q rancor faz mal, isso lá faz!

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  2. Lindo post. E eu acredito em Karma. Você ainda vai receber presentes melhores do senhor amor.
    =*

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  3. Gostaria de comentar não sobre o post, mas sobre o blog. Adorei a idéia. Estava nesta sexta feira chuvosa sem muito o que fazer e resolvi ler o que os parentes andam aprontando e para minha surpresa encontrei belas jóias. É bem verdade que prefiro os blogs de literatura, mas as reflexões de Ivo, as incríveis histórias de Eva D, as futilidades necessárias de Eva R, os comentários de Eva Z e o “molhado” texto de Eva M. são impagáveis. Falta a Eva U falar alguma coisa e terminar o tempero desta sopa da qual estou sorvendo lentamente e com enorme prazer. Boa sorte pessoal.

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