Bom, vamos ao meu primeiro post nesse digníssimo blog enquanto eu ouço os roncos do meu primo aqui do lado e do meu tio no outro quarto. Vou começar justificando a ausência do blog devido as corridas férias e a casa lotada. Arranjei um tempinho agora! O reloginho do pc marca 00:40h.
Além da falta de tempo outro mal me afligia: a falta de assunto. Melhor: assunto eu tinha, só não estava disposto a falar sobre ele. Se esse blog foi criado com o intuito de se tornar uma espécie de diário aberto pros seus autores e leitores que devem contar suas experiências e expressar seus sentimentos então eu devo pedir desculpas, fracassei. Escrever sobre como o meu coração estava vazio e agora um tanto apertado era algo que eu não era capaz de fazer.
Pensando melhor eu não deveria ter pedido desculpas pela falta de assunto. Me recusar a falar sobre algo que inspira 95% das poesias, músicas e romances deve ser algum feito (dados arredondado, em caso de uso prestigie a fonte)! Que culpa tenho eu se os outros sentimentos foram colocados em patamares tão medíocres perto deste?! Escrever algo sobre esperança por exemplo é algo que me dá tanto sono que só de pensar não sei se consigo terminar o parágrafo.
Talvez eu escreva sobre rancor. Rancor é bom, tem um certo orgulho nele. Pobre rancor, é tratado como doença. É quase um atestado de virtude se adiantar e dizer: "EU NÃO GUARDO RANCOR!". Pois eu o adoto, defendo e admito: tenho uma mala cheia de rancor, sou contrabandista de rancor e continuo comprando rancor principalmente do ingrato do amor que só me devolve dor!
Pensando melhor eu não deveria ter pedido desculpas pela falta de assunto. Me recusar a falar sobre algo que inspira 95% das poesias, músicas e romances deve ser algum feito (dados arredondado, em caso de uso prestigie a fonte)! Que culpa tenho eu se os outros sentimentos foram colocados em patamares tão medíocres perto deste?! Escrever algo sobre esperança por exemplo é algo que me dá tanto sono que só de pensar não sei se consigo terminar o parágrafo.
Talvez eu escreva sobre rancor. Rancor é bom, tem um certo orgulho nele. Pobre rancor, é tratado como doença. É quase um atestado de virtude se adiantar e dizer: "EU NÃO GUARDO RANCOR!". Pois eu o adoto, defendo e admito: tenho uma mala cheia de rancor, sou contrabandista de rancor e continuo comprando rancor principalmente do ingrato do amor que só me devolve dor!

huuhhu, mt bom... mas q rancor faz mal, isso lá faz!
ResponderExcluirLindo post. E eu acredito em Karma. Você ainda vai receber presentes melhores do senhor amor.
ResponderExcluir=*
Gostaria de comentar não sobre o post, mas sobre o blog. Adorei a idéia. Estava nesta sexta feira chuvosa sem muito o que fazer e resolvi ler o que os parentes andam aprontando e para minha surpresa encontrei belas jóias. É bem verdade que prefiro os blogs de literatura, mas as reflexões de Ivo, as incríveis histórias de Eva D, as futilidades necessárias de Eva R, os comentários de Eva Z e o “molhado” texto de Eva M. são impagáveis. Falta a Eva U falar alguma coisa e terminar o tempero desta sopa da qual estou sorvendo lentamente e com enorme prazer. Boa sorte pessoal.
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