Como em todas as festas de fim de ano, nem tudo são flores. Mas esse ano se superou no número de @#!*&(). A primeira das desilusões foi descobrir que passaríamos o natal com a vizinha fofoqueira da rua, toda sua família, incluindo sua neta gorda e burra que aproveitou o jantar para noivar (aos 16). Isto sabido, começa a jornada de preparação da ceia e, especialmente, do tão tradicional panetone. Embora tenha dado certo, ficado bonito e gigante, não ficou tão gostoso quanto o da Bauducco. E isso sim é frustrante. Afinal, demora 6 horas pra ficar pronto. Dos males, o menor. Alimentos prontos, fomos ao jantar, que se passou ao som de paródias de músicas que satirizavam polacos. Como se não bastasse isso, imaginem só uma adolescente bebendo ponche sem parar (admito, culpa minha, fui eu quem fiz e tava gostoso) falando muito, mas muito mesmo. Agressiva, pouco interessante e de baixo QI. E a avó reclamando o tempo todo de como a vida é difícil. Dia 25, quando tudo parece melhor, resolvo sair com um amigos, assistir Avatar no IMAX. Tudo na bolsa, vou pegar ônibus e... Assalto! Como se não bastasse perder dinheiro, chaves, documentos, pen drive, óculos, blusa, bolsa, ainda levo a culpa. Afinal, se eu sou roubada, é porque não deveria ter saído de casa no Natal, levado tanto dinheiro, ido sozinha e blá, blá, blá.
Amigo vem pra casa socorrer, a tarde é agradável e coisa e tal... Chega o fim do dia, pós jantar, tv ligada... E foi só aí que percebi o qual piolhento foi o natal: quando começou o especial do Roberto Carlos, e eu estava ali, assistindo...
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
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